Por mais que ainda sentisse algo por ela, um terrivel inqueitação o atormetava: ela estava diferente. Ele também se encontrava dentro dessa diferença. Existia nela. A possuia. Sabia que fazia parte de todo esse novo cenário, que foi intalado lentamente ao longo dos meses.
Estar com ela era sempre bom. Mas, as vontades contraditórias começavam a deixá-lo confuso, perdido e levemente impotente diante dela e de sua aparente independência. Não sonhava mais com ela. Não ria mais quando a via. Não sentia mais o frio na barriga quando, aos finais de semana, ela viajava.
O que fazia ele, ao lado dela? As vezes via em seus olhos sombras. Prenuncios de um possivel e mal-fadado fim. Calafrios percorriam sua face quando ele a via conversando com outro homem: mais forte ou mais inteligente.
As vezes, a vontade de estar sozinho era maior que o amor que sentia por ela. Mudaram. Mudou-se. E ainda não haviam se encontrado novamente.
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