Hoje me pergunto por onde anda aquela menina dos olhinhos puxados, das risadas incessantes e dos sonhos coloridos... Me pergunto por onde anda eu mesma e minha vida e porque tudo anda tão maluco e esquizofrênico.
Não sei onde deixei minha vida. Em que coração frio e cruel desperdiçei o meu amor. Quer dizer, até sei. Mas, de que adianta saber? As coisas não voltam. O fluxo da vida é claro e somente prá frente é que andamos. Como andamos e por qual motivo não se sabe. Nem se sonha. O futuro é uma quimera descabeçada com oito dedos em cada mão.
E quando me perguntarem o que eu fiz da vida, o que responderei? Responderei: vivi, amei e morri de amor... Porém, nada mais justo ao último romântico morrer de amor nunca mais amar...
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