A cada dia que passa em penso mais em como o amor é, o que ele representa e como ele age em nossas vidas. É meiomaluco pensar nas duas possibilidades amorosas que encontramos: de um lado o amor é uma caixa que só tem um buraco - de onde as pessoas saem e entram quando o amor acaba ou começa; de outro lado o amor é como um descampado de perder de vista, onde plantamos nossas sementes e trabalhamos o sentimento e aqui, não há lugar para se esconder. Se de um lado o Amor se fecha em circuitos herméticamente fechado em condições normais de temperatura e pressao, de outro ele deixa abertas possibilidades posteriores que - de fato - existem, desse modo, o ato de amar é livre e constante.
Agora pensando na atual conjuntura amorosa existente, em qual tipo de amor escolhemos viver? Naquele, óbvio, que reduz as possibilidades à zero, por puro egoísmo do ser que ama. A diversidade existente no mundo não contempla as várias formas de amar e por isso, somos sempre levados à dilemas morais sociamente inaceitáveis. Resumindo é: arcamos com as consequencias de nossos atos, sabendo correr o risco de perder um dos seres amados.
E assim caminha a humanidade...
2 comentários:
Não acho outra forma de lhe comunicar...
Gostaria de utilizar um dos seus textos, sobre amizade, em outro Blog - Cotidiano Filosófico.
Favor, envie-me seu e-mail para contato, provavelmente pedirei outros textos.
Desde já grato, um abraço.
lincolnfer@gmail.com
As multitude de formas de amar... Realmente o egoísmo desempenha um papel constante nas relações, e é uma pena que um dos sentimentos mais belos seja colocado num circuito fechado. Mas isso pode mudar, apenas por desenhar a realidade das coisas e mostrar a vontade de amar em rainbow ways. O amor pode tudo, mas não consegue ficar fechado. As coisas mudam... ainda bem.
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