segunda-feira, janeiro 26

Irmãos mais novos

Não é segredos para os irmãos mais velhos que seus irmão caçilas os pertubam.
A minha não é diferente. Nem um pouco.
Mas, esse não é o problema, o problema é ouvir coisas que não devo e por conta dela e ela não 0uvir nada.

Grande m***** ter irmão...

segunda-feira, janeiro 19

Idéias pré-concebidas tem vida longa...

Interesse e relações humanas.

O que você diria prá uma pessoa, com a qual você tem algum tipo de envolvimento, se ela te disse:
- o que eu tenho por você é interesse.

A primeira vista você pode pensar nas piores coisas possíveis, mas pensando bem, que mal tem em se ter interesse?
Segundo Wikipedia: O interesse é algo que uma pessoa goste. Se, algo que alguém goste é bom, porque gostar é bom, o interesse - nessa linha de raciocínio - é bom. É através do interesse que as coisas acontecem, descobertas científicas, amores, avanços, soluções.
Sem interesse o ser humano não vive, não respira. Quando o interesse se manifesta, o ser humano se encanta, transcende a sua fase atual e busca o conhecimento de si e de outrem, para não falar no interesse de tudo.
Porém, essa palavra foi cunhada com um sentido negativo muito forte, quando na verdade, o interesse é importante para a evolução das coisas. Tudo começa com o interesse: interesse de duas pessoas em se conhecer, interesse de um professor em ser melhor, interesse de uma pessoa em aprender.
E assim como todas as coisas até mesmo o interesse pode evoluir prá algo maior. Por essas e outras eu digo: pense bem antes de achar o interesse ruim.


Stress e blog

Acho que ando escrevendo muitas bobagens aqui.
Não consigo terminar meus pensamentos ou argumentar de forma convincente.
Deve ser o stress total.

Enfim...

Tentarei mais.

domingo, janeiro 18

Eu - Mulher

Há pelo menos 2 dias atrás eu não me importava em me pegar pensando que eu era adolescente, que eu tinha sonhos e planos. Agora, nesse exato minuto não quero mais falar sobre isso.
Prá mim, admitir que cresci é um passo que eu não esperava, de forma alguma, dar. Mas, o fiz de forma tão impensada e descuidada que quando eu vi: já tinha passado. Nem deu tempo de sentir o sabor de transpor essa barreira. Não deu tempo de ver no espelho o que tinha mudado. Foi algo como aquela música dos Titãs....
Porém, o fato de crescer e reconhecer isso me deu a chance de perceber: sou mulher.
Pode parecer pouca coisa. Mas, não é...

sábado, janeiro 17

O dia em que eu sentii a sua falta

Lembro como se fosse hoje.
Foi no dia 02/07/2008. Talvez eu nunca esqueça. Talvez eu queira não lembrar.

Quando uma parte de nós morre, se separa e se dissolve no espaço o tempo fica doido: hora passa rápido, hora devagar. E é como se não conseguimos sentir o gosto das coisas. Ficamos com o nariz dormente e as mãos quentes ou frias demais. E choramos.
Ninguém sabe bem como passa. Mas, a saudade não passa assim....

Todos os dias são prá mim o dia em que senti a sua falta pela primeira vez, realmente.

quinta-feira, janeiro 15

Coisas que eu sempre quis te dizer - mas nos poupei do depois.

Não, não gosto de você.
Não gosto de suas atitudes. Dessa sua mania de achar que todos devemos algo a você.
Não gosto dessa sua mania de morte.
Dessa sua mania de verdade.
Não gosto desse seu autoritarismo, desse seu jeito.
Não. Não gosto de você.

quarta-feira, janeiro 14

Perdi

Todos carrregamos ilusões quando jovens. Fazemos planos, sonhamos, vivemos em um mundo de ilusões e de quimeras. Num eterno: tudo é possível - vou mudar o mundo!
As vezes, durante o caminho nos perdemos. Ou perdemos nossa beleza.

Perdi a minha. Meus sonhos e minhas esperanças. - Não que isso seja ruim. Significa que crescemos e que perdemos uma parte importânte destinada a infância.
Não digo que não sonho. Sonho. Porém, aprendi que a visa possui um fluxo e que esse fluxo é - imutável - e que não devemos lutar contra ele. Porque ele segue nossas convicções e lutar contra ele é lutar contra nós mesmos.
Não procuro coisas que se perderam, amigos que não se importam, familia que não presta. Não procuro as coisas que se foram de mim. Não me pertencem - nem hoje nem ontem - e o amanhã ainda não foi escrito. Deixo as portas abertas para que as pessoas podem ir e vir - sem problemas.
E ao perder essa infantilidade, sinto-me mais livre e mais apta a sonhar do que antes. Porém, não vivo mais no mundo das fadas, isso foi-me tirado - por mim ou por outrem - mas não sinto falta dessa parte. Hoje, sendo mais "adulta" encaro as minhas possibilidades, deficiencias e as minhas capacidade, procurando sempre o melhor.

Perder as vezes não é ruim. É diante dos fracassos que fazemos o sucesso.

segunda-feira, janeiro 12

Estavam sentados, jantando.
Sarah em seu melhor vestido. Hugo com sua melhor camisa de seda. Amaram-se talvez.
De repente, Hugo sente-se sufocar. Sarah sorri maliciosamente e bebe um gole de seu vinho tinto.

- Eu não pensei que você fosse tão longe! - disse Hugo com a sua voz sufocada, caindo no chão.

Sarah levanta-se, chega perto de Hugo - que está deitado no chão; morrendo - e abaixa-se suavemente. Com a mão em seus cabelos fala sedutoramente:

- Eu ainda não fui longe o bastante.

Levantou-se, pegou sua bolsa Prada e começou a deixar a casa. 
A ultima coisa que Hugo viu foram seus scarpins pretos envernizados, andando em direção à porta da frente.

sábado, janeiro 10




?

Marco Marciano - Lenine

Pelos auto-falantes do universo
Vou louvar-vos aqui na minha lua
Um trabalho que fiz noutro planeta 
Onde nave flutua e disco voa. 
Fiz meu marco no solo marciano  
Num deserto vermelho sem garoa  
Este marco que eu fiz é fortaleza,  
Elevando ao quadrado Gibraltar!  
Torreão, levadiça, raio-laser  
E um sistema internet de radar;  
Não tem sonda nem nave tripulada  
Que consiga descer nem decolar.  
Construi o meu marco na certeza  
Que ninguém, cibernético ou humano,  
Poderia romper as minhas guardas  
Nem achar qualquer falha no meu plano  
Ficam todos em fobos ou em Deimos  
Contemplando o meu marco marciano  
O meu marco tem rosto de pessoa  
Tem ruínas de ruas e cidades  
Tem muralhas, pirâmides e restos  
De culturas, demônios, divindades:  A história de Marte soterrada  
Pelo efêmero pó das tempestades  
Construi o meu marco gigantesco  
Num planalto cercado por montanhas  
Precipícios gelados e falésias  
Projetando no ar formas estranhas  
Como os muros ciclópicos de Tebas  
E as fatais cordilheiras da Espanha  
Bem na praça central um monumento  
Embeleza meu marco marciano:  Um granito em enigna recortado  
Pelos rudes martelos de Vulcano:  Uma esfinge em perfil contra o poente  
Guardiã imortal do meu arcano

Who é quem??

Estava eu e mnha prima andando no shopping aqui em Bauru, quando nós vimos um poster com Gretchen em uma banca de jornal que tem em uma das entradas. Aqui vai o diálogo:

Prima: Olha a Gretchen!!!
Eu: Who is Gretchen in the balada??
Prima: Ahn?
Eu: Who is Gretchen in the balada??
Prima: ...
Eu: Who é quem.
Prima: Quem é who???
Eu: Não!!! Who é quem!
Prima: Não sei....

quinta-feira, janeiro 8

Eu comigo mesma.

Já não aguento mais certas coisas da vida. Já não me prendo mais como me prendia, desesperada por um lugar onde ficar, pessoas para estarem comigo. Não. Não mais.
Faz um tempo já, eu entendi que se tiver que ser sozinha, serei sozinha. E não será aquela solidão triste, angústiada, daqueles que passam a vida esperando a morte. Não, será aquela solidão que me trará bons frutos, porque hoje eu sei me suportar, sei quem sou e o que eu gosto. Eu, comigo mesma, nos damos bem.
Perdi amigos. Ganhei cicatrizes dentro do meu coraçã e carrego alguns pecados em minha alma. Porém, isso não tem mais importância diante de tudo o que aconteceu comigo e da forma como me perdi de pessoas interessantes e importantes prá mim.
Não podemos medir as atitudes das pessoas, nem como prever as coisas que acontecerão. Isso nos foge das mãos, dos olhos, da alma. E por muitas vezes nos culpamos, nos perdemos. Diante disso não podemos fazer nada. Paramos, respiramos, as vezes até choramos, mas passa.
Descobrir que tudo é passageiro me fez ver o que é definitivo. E isso me torna livre. Porém, as vezes me entristeço. Me afogo, me afasto. Imperfeita, infiel e instável como algo que sempre muda e muda sempre. Assim me sinto. Diante de todas as minhas perdas, encaro a perda de mim mesma como a pior. 
Quando foi que cresci?
Quando foi que deixei de amar você?
Quando foi que esqueci seu aniversário?
Quando foi que eu acordei e não dormi mais?
Quando foi que eu abandonei meus sonhos e vontades?
Quando foi que me perdi de maneira tão estranha e distante de você?
Quando foi que nos reencontramos e não nos reconhecemos mais?
Quando foi que virei isso que eu sou? Quando?
Meu passado foi ruim. Fui ruim em meu passado. Fiz coisas que não me orgulho, fiz coisas que não conto a mais ninguém. 
Mas, o pior de hoje é não conseguir chorar. Não ter mais com quem....
As pessoas estão longe. Distante de meus olhos e minhas mãos. Pior é não poder chorar... Não poder contar o seu lado porque vão pensar que estou me fazendo de vitima. Não sou vitima, apenas me arrependo de alguma coisa que tenha feito. Não tenho esse direito? Não tenho o direito de me defender?
O peso desse dia-a-dia me ensurdece, emudece, desafina, sufoca. Não ter com quem falar.... Só as paredes para me ouvir...

Quando foi que apaguei a luz?

Agora que achei que estava indo bem... descubro que não...

quarta-feira, janeiro 7

O futuro.

O futuro me assustava. Hoje não, nem consegue me fazer cócegas....
Passei tempos e tempos fazendo planos, desejando coisas, vendo imagens do futuro em minhas histórias antes de dormir.
Depois de vários fatos ocorridos eu percebi que esse tal futuro é mais um gato manhoso do que um tigre-de-bengala imponente e agressivo.
E quem vai saber o que acontece depois desse minuto? Quem vai saber o que pode aparecer no meio do caminho? Assim... de repente... tudo se transforma e não podemos mais, não nos reconhecemos mais.
As pessoas que tiveram suas vidas reviradas, sacudidas, despedaçadas - essas pessoas sabem o que eu digo. Por vezes encontramos pessoas amigáveis. Por vezes não. Talvez consigamos reconstruir, lutar e crescer. Talvez não. E diante de todos os fatos mais obtusos que a vida nos traz, quem somos nós, como poderíamos prever o futuro? 
Futuro

Diante dele
Além dele
Se ele existir.

Saudades

Saudade é assim: quando você menos espera, ela aparece, chega, fica e não vai até que você a satisfaça. Como se fosse uma Rainha, ela permanece em seu trono, olhando para nossos corações de forma arrogante e fria.

Mas, saudade é bom!
Quando sentimos saudade, sentimos a proximidade que existe, o que normalmente não conseguimos sentir quando estamos perto.

O dia é cheio de saudades...

segunda-feira, janeiro 5

Judeus, Palestinos, os números e a humanidade.

Essa não é uma guerra nova. Tampouco será curta. Mesmo defendendo que existem momentos em que as pessoas devem lutar por aquilo que acreditam, não creio que essa guerra se encaixe nesse quadro.
Vendo bem, o que aconteceu durante toda a história da humanidade, podemos dizer que os Judeus não são o povo mais querido do planeta (assim como os americanos). Não quero parecer sectarista, nem defender os palestinos com seus homens-bombas. Quero propor uma nova forma de se pensar aqui.
Todos sabemos do genocídio feito pelos nazistas, aquele lance todo dos 6 milhões de Judeus mortos por Hitler, e de certa forma, damos muito valor aos número aqui, não é? Mas, o que são números, quando se trata de pessoas? Que diferença faz se foram 6 ou 5 milhões? Foram pessoas que morreram! Homens, mulheres, crianças. Exatamente como, hoje, morrem homens, mulheres e crianças palestinas. E que diferença faz se foram palestinos, judeus, japoneses, coreanos, americanos, brasileiros? Ainda são pessoas. Ou não?

Agora, se vamos falar de números, falemos de números então.

Durante a Segunda Guerra Mundial o "saldo" - se podemos falar assim - de mortos foi de 50 milhões de pessoas. Só no Japão, a estimativa de mortos na explosão das bombas atômicas varia de 140 mil e 220 mil - isso, meus caros, sem contar as mortes posteriores devido aos efeitos da radiação. É um número alto, considerando que 90% dessas pessoas eram civis já solapados pela fome, frio, doenças, falta de médicos, de remédios, de esperança e, considerando também o tamanho das ilhas niponicas. Na Rússia foram 18 milhões de pessoas mortas - diga-se de passagem esse número é três vezes maior do que o número de Judeus mortos nos campos- isso inclui civis e militares. Na polônia foram 5,8 milhões; na Alemanha (tão temida nazista) forma 4,2 milhões. Somando todos os outros povos com números não tão significantes, temos no final da Segunda Guerra 50 milhões de mortos. 50 Milhões de pessoas!!!

Agora, vamos dar dados mais modernos. Na Chechenia, durante os anos de 1994 e 1996, morreram aproximadamente 35 mil civis chehcenos, 7.500 militares russos, 4 mil combatentes chechenos e, além dessa mortandade toda, estima-se que de 80 a 100 mil civis chechenos tenham sido assassinadas. Na guerra do Vietnã, foram de 3 a 4 milhões de vietnamitas (dos dois lados) que morreram, 2 milhões de cambojanos e laoianos e 50 mil soldados americanos mortos. Façam as contas e vejam que os números ficam insiginificantes diante disso.

Na Africa, 11 mil crianças morrem de fome por dia, esse número, quando tornado mundial nos mostra que 1 em cada 7 pessoas morre de fome. 1,3 bilhões de pessoas não tem água para beber.

Acho que já mostrei a insignificância dos números aqui. O que eu quero dizer agora é que: se déssemos a toda nação - que teve mortos em algum conflito qualquer - o direito a se defender e a dizimar alguma outra não estaríamos mais aqui! O que os Judeus fazem não é certo. Além de seu poder bélico ser superior, eles insistem nessa guerra infinita à decadas. Não defendo os terrostitas do Hamas, mas vejam bem e ponderem. Nossa própria televisão nos coloca do lado dos Judeus.

E a questão é que não devemos tomar partido de Judeus ou Palestinos, Americanos ou Iraquianos; devemos tomar o lado do que é humano. Essa guerra, definitivamente, não é humana. Nada que envolva pessoas se matando é humano. Humano é sinonimo de benevolência. Guerras não são benevolentes.

As pessoas entram nessa onda do terrorismo porque perderam pai, mãe, filhos, esposa, maridos; ou seja, pessoas importantes e desejam vingança por isso. Aqueles que superam e se reconstroem são tidos como exemplos mas, podem, simplesmente, serem vistos como covardes. Agora, pensem bem. E se fosse você? Seu irmão mais velho? Seus pais? Seus filhos? Você não lutaria? Não estou promovendo a guerra, pelo contrário, quero que percebam que os número que a mídia nos passa só nos mostra quão insensível podemos ficar diante de qualquer situação.

Não deveriamos ensinar as pessoas à se amarem? A ser solidárias? A ser tolerantes? A respeitar??

E você? O que está ensinando? O que está aprendendo?

Pense nisso...

sexta-feira, janeiro 2

Além de irmãos

A vida em familia é tão complicada quanto a vida em sociedade: as mesmas regras são impostas, cobradas, atitudes e a ausencia delas são mais fáceis de se notar, seus erros e seus acertos são observados de perto. Não há como fugir.
Muitas vezes falamos que não nos importamos porém, no fundo, é com a familia que mais nos importamos. É atravez da nossa familia que adquirimos nossos valores, por isso - além, é claro - do laço sentimental que nos une. Vai ver que é por isso que fica tão dificil dizer não para a familia. 
Diante desse quadro, temos a parte que remete aos irmãos. Ser irmão vai além de ser parente, filho do mesmo pai e da mesma mãe, quer saber? Ser irmão está além da genética. Tanto que dizemos que nossos melhores amigos são "como irmãos" prá gente. Ser irmão é identificar-se e conectar-se de tal forma que vai além de ser, simplesmente, irmãos.
O que quero dizer é que existem conexões, existem coisas que não se explicam com esses montes de palavras que estou despejando aqui. Por isso, serei breve.
Para todos aqueles que tem alguém que é além de irmão, para todos aqueles que são - para alguém - além de um irmão: coisas raras e bonitas podem acontecer durante a vida - não desperdice!