A casa era dela. Os tapetes, as tigelas, as xícaras. Os baldes, os panos, os sofás, as cortinas. Até mesmo a caneca da Oktoberfest que ela havia comprado para ele era dela. Tudo era dela. As correspondências, a geladeira, as frutas, os animais, os quadros, porta-retratos, as pias, o chuveiro. Era tudo dela.
O que ele fazia ali, se ela não estava mais?
O que ele fazia ali, se ela não estava mais?